quarta-feira, 28 de novembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

ACDL




Equipa sénior do ACDL na temporada de 2012-2013

sábado, 10 de novembro de 2012

Em Idanha há lugar para ti !


Lançada em Agosto deste ano, a campanha tem como objectivo divulgar os programas de apoio a jovens empreendedores.

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova quer inverter a actual tendência de emigração dos portugueses e lançou uma campanha publicitária que não deverá passar despercebida àqueles que estão a pensar deixar o país e procurar trabalho lá fora: “Não emigres. Migra!”
Lançada pelo município de Idanha-a-Nova em Agosto deste ano, a campanha tem como objectivo divulgar os programas de apoio a jovens empreendedores desenvolvidos pela autarquia.

Segundo o vice-presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, o município quer apoiar projectos das mais diferentes áreas, desde o turismo à agricultura, das artes ao ensino e cultura.

Em 2005, a autarquia criou a Incubadora de Empresas, neste momento com 20 empresas ligadas a áreas como a conservação e restauro, o turismo, a animação cultural, a gestão e o marketing.

Na Herdade do Couto da Várzea, a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova decidiu criar a Incubadora de Empresas de Base Rural, que apoia jovens que queiram dedicar-se à agricultura, oferecendo-lhes alguns hectares para que estes possam lançar o seu projecto agrícola.

Em 2007, a Câmara propôs arrendar ao Ministério da Agricultura os 550 hectares da Herdade, que não estavam a ser utilizado pelo Estado.

O processo durou cerca de quatro anos e só em 2011 é que a Câmara de Idanha-a-Nova pôde começar a atribuir terrenos. Desde essa altura, já foram entregues 512 hectares para cultivo, distribuídos por 35 empresários agrícolas.

Em 2013, a Câmara espera lançar a Incubadora de Indústrias Criativas, que contará com parcerias com a Manchester Metropolitan University e com a Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, revela Armindo Jacinto.

Em 2011, entre 100 mil a 120 mil portugueses decidiram emigrar (números da secretaria de Estado das Comunidades). Um ano depois, com uma taxa de desemprego de 15,7%, não se espera que esse número desça.

“Dois terços do território estão totalmente abandonados. Ainda querem mandar pessoas para o estrangeiro?”, critica Armindo Jacinto. “O que estamos a dizer aos jovens é: antes de emigrares, vem falar connosco. Estamos a dizer-lhes que o mundo rural é um mundo de inovação, onde têm oportunidades para desenvolver os seus projectos”, afirma o vice-presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.

Em conversa por telefone com o PÚBLICO, Armindo Jacinto explica que o papel da Câmara é o de “dinamizar estes projectos, criando equipas de apoio à instalação das empresas, estabelecendo contactos, alertando para oportunidades de negócio, incentivando a qualificação e a formação e promovendo a participação em feiras internacionais ”.

A Câmara de Idanha-a-Nova “patrocina alguns custos (como custos de campanhas de publicidade) e monitoriza as empresas, acompanhando as suas dificuldades e procurando instrumentos de apoio aos empresários”, diz.

Um Portugal different

Filipe Cordeiro, 31 anos, fundou a Different Portugal em 2011, uma empresa de animação turística que opera a partir de Lisboa, mas tem sede em Idanha-a-Nova.

Filipe licenciou-se em Gestão de empresas e foi consultor na área da banca.

Há cerca de dois anos fartou-se do que fazia. Para além disso, assustava-o ver tantas pessoas a perder o emprego.

Através dos pais, naturais da região de Idanha, teve conhecimento da iniciativa Incubadora de Empresas. Filipe confessa que sempre teve uma paixão pelas viagens. Então, decidiu tentar fazer dessa paixão um modo de vida.

Em Janeiro de 2011 apresentou o projecto na Câmara de Idanha-a-Nova. Explicou a sua ideia: dar a conhecer um Portugal diferente aos turistas e mostrar-lhes os hábitos e os costumes, para que eles os pudessem vivenciar. A Câmara ajudou-o com contactos e suportou alguns custos de publicidade.

Segundo Filipe, o objectivo é criar experiências personalizadas para os clientes, que podem ir desde moldar barro numa fábrica de olaria, a acompanhar um pastor e ajudar na produção do queijo.

A maior parte dos clientes da Different Portugal são norte-americanos e australianos. Filipe pensa que a empresa não é muita conhecida a nível interno.

Este ano, ganhou um Certificado de Excelência, atribuído pelo TripAdvisor.com, um site onde os utilizadores podem deixar comentários e avaliações das suas experiências de viagem, podendo, assim, aconselhar outros utilizadores.

Filipe Cordeiro pensa que uma das grandes vantagens do seu projecto é ajudar as economias locais, levando os seus clientes aos restaurantes e às lojas das zonas que estão a visitar. Para ele, dar a conhecer aos estrangeiros que visitam Portugal produtos regionais, como vinhos, queijos e enchidos, “pode abrir portas nos mercados internacionais, criando oportunidade de exportação”.

Filipe tenta incentivar outras pessoas a desenvolverem pequenos negócios nas regiões onde vivem. Porque, afirma, “se vamos todos embora porque isto está mau, qualquer dia Portugal não tem ninguém”.

Japoneses e Brasileiros em Idanha-a-Nova
Neste momento, há quatro empresários à espera para assinar contrato, três projectos em análise e uma manifestação de interesse na Incubadora de Base Rural.

Por detrás dos projectos não estão só portugueses. À espera para assinar contrato está Paulo Oyama, administrador da Korin, empresa de agropecuária fundada no Brasil e baseada no método da agricultura natural, idealizado por Mokiti Okada, em que os produtos são cultivados da forma mais natural possível, sem utilização de químicos, nem adubos de origem animal.

A ligação desta empresa a Portugal começou em 2011, quando Hiroko Kageyama, uma japonesa arquitecta de interiores em França, que há mais de 20 anos passa férias entre a zona de Castelo Branco e o Fundão, se apercebeu da Iniciativa Terra à Vista (campanha que divulgou a Incubadora de Base Rural) e pensou que seria bom se alguns dos agricultores japoneses afectados pelo desastre nuclear de Fukushima pudessem trabalhar terras em Idanha-a-Nova.

Depois de a sua candidatura ter sido aprovada, Hiroko entrou em contacto com a empresa que trataria das terras onde os camponeses japoneses iriam trabalhar.

Essa empresa é a Korin, que ficou interessada no projecto e que, a partir do próximo ano, terá à sua disposição mais de 55 hectares de terras em Idanha-a-Nova, a juntar às quintas biológicas que já possui no Brasil, em Angola, na Tailândia, no Japão e na França.

Quanto ao desejo de Hiroko de dar uma nova casa aos agricultores japoneses afectados pela tragédia que assolou o Japão em Março de 2012, ainda não pôde ser concretizado. Mas, segundo Armindo Jacinto, a Câmara continua em contacto para receber japoneses de Fukushima.

Ainda este Verão, Hiroko Kageyama e a associação onde trabalha, a Carrefour de L’Art de Vivre, levaram 13 japoneses a Idanha-a-Nova, no âmbito de um projecto de solidariedade que quis dar a estes jovens a oportunidade de respirarem ar puro e passarem duas semanas de férias longe das áreas afectadas pelo acidente na central nuclear de Fukushima.

O objectivo, diz o vice-presidente da Câmara de Idanha-a-Nova é “criar, aos poucos, uma comunidade japonesa em Idanha. Queremos apoiar agricultores e jovens vítimas deste desastre”.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

3ª Festival dos Vinhos & Licores 2012




Em São Miguel de Acha nos dias 10 e 11 de Novembro 2012, e venha provar os melhores vinhos de Portugal, aproveite ainda para desfrutar de uma animação constante durante o festival e provar  produtos regionais  de grande qualidade.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Metting 2013





PROGRAMA
07 Fevereiro 2013 (Quinta-feira – dia 0)
11H00 – Abertura do secretariado no Centro Cultural Raiano
12H00 – Abertura dos Model Events

08 Fevereiro 2013 (Sexta-feira – dia 0)
09H00 – Abertura do secretariado no Centro Cultural Raiano
10H00 – Abertura dos Model Events
23H00 – Encerramento do secretariado

09 Fevereiro 2013 (Sábado – dia 1)
09H00 – Abertura do secretariado na Arena
11H00 – 1ª Partida / Distância Longa / Idanha-a-Nova
11H30 a 12H30 - Partida dos Escalões Abertos
18H00 – 1ª Partida / Sprint Nocturno / Idanha-a-Nova (competição POM Sprint Cup)
18H10 a 19H10 - Partida dos Escalões Abertos

10 Fevereiro 2013 (Domingo – dia 2)
08H00 – Abertura do secretariado na Arena
09H30 – 1ª Partida / Distância Média / Idanha-a-Nova
10H00 a 11H00 – Partida dos Escalões Abertos
20H00 – Jantar oficial do POM 2013

11 Fevereiro 2013 (Segunda-feira – dia 3)
08H00 – Abertura do secretariado na Arena
09H00 – 1ª Partida / Distância Média / Sidral (WRE)
09H30 a 10H30 – Partida dos Escalões Abertos
13H00 – Cerimónia de Entrega de Prémios do WRE
16H00 – 1ª Partida / Sprint Urbano Diurno / Monsanto (competição POM Sprint Cup)
16H10 a 17H10 – Partida dos Escalões Abertos

12 Fevereiro 2013 (Terça-feira – dia 4)
08H00 – Abertura do secretariado na Arena
09H00 – 1ª Partida / Distância Longa / Sidral
09H00 – Início do Chasing Start para WE e ME
09H30 a 10H30 – Partida dos Escalões Abertos
10H00 – Mass Start para WE e ME
10H30 – Início do Chasing Start para MSE
11H30 – Mass Start para MSE
14H00 – Cerimónia de encerramento e de entrega de prémios do POM 2013

domingo, 4 de novembro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

II Encontro Nacional de Produtores de Mirtilos






Irá realizar-se nos próximos dias 15 e 16 de Novembro de 2012, em Idanha-a-Nova, o II Encontro Nacional  de Produtores de Mirtilos.

Para mais informações adicionais sobre este evento pode contactar para o e-mail fbarreto.ean@gmail.com ou para o Telefone 21 440 3500 Extensão: 2274 e Fax: 21 441 1797.

Inscrição : 

Faça a sua inscrição até ao dia 12 de Novembro através do e-mail fbarreto.ean@gmail.com. 
A inscrição, no valor de 10€, é obrigatória e limitada a 150 participantes.

Pagamento e dados para facturação

O pagamento deverá ser efectuado por transferência bancária para o NIB 0045 5020 4015 62 01928 55. É obrigatório o envio do comprovativo de pagamento para o seguinte e-mail ana.paula@cothn.pt

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Padre Adelino: “Alma de Idanha está na Senhora do Almortão”






O pároco de Idanha-a-Nova, Adelino Lourenço, vai ser homenageado pelo município de Idanha-a-Nova, este sábado, dia 27 de outubro, no Centro Cultural Raiano, a partir das 15H30.

Esta homenagem pretende destacar os 40 anos como pároco por terras de Idanha-a-Nova, tema que serviu para a realização de um livro já há alguns anos, onde conta os pormenores da sua estadia ao longo deste tempo naquela zona do interior do país.
Mas, a festa pretende, ainda, assinalar uma outra data, a de 50 anos de sacerdócio. Quando Adelino Lourenço terminou o seu curso era muito novo e por isso esteve durante três anos como secretário do Bispo D. Agostinho Moura. Passado esse tempo foi nomeado professor do Seminário Maior, durante quatro anos e depois foi durante três anos coadjutor, em Abrantes.
"E foi no verão de 1972 que o Bispo me ligou a dizer que estava nomeado pároco de Idanha-a-Nova", refere ao Reconquista. Foi uma boa notícia. A sua ideia de padre tinha por base a lembrança do seu prior da freguesia de Escalos de Baixo, de onde é natural. "Ele era muito pobre, muito popular, muito dado ao povo, muito ativo... o típico padre de aldeia", adianta.

Adelino Lourenço esteve, nos seus primeiros dez anos de sacerdócio, longe do ideal que tinha traçado para a sua vida. Depois do telefonema, lá foi, sem hesitar e depressa percebeu que estava no seu lugar, naquilo que tinha sonhado.

"Era gente simples, recebia tudo com gratidão e entusiasmo. Com pequenos gestos, as pessoas ficavam imensamente agradecidas. Mas, estes eram os gestos que eu pensava que um padre de aldeia deveria ter", conta.
A outra faceta que encantou o pároco foi a religiosidade popular, onde encontrou, como disse, um campo intacto e muito digno, sobretudo nas tradições da Quaresma, Páscoa e de Nossa Senhora do Almortão.
Perante esta religiosidade popular assumiu uma atitude de admiração. Até porque na altura, tudo o que era popular, era para abater. "Primeiro tive uma atitude de espanto e depois de prudência. Não me queria meter, apenas observar. Tentei perceber e ajudar a que as pessoas percebessem a riqueza que tinham em mãos", lembra.
Respeitar a romaria tal como ela já era na altura, para que continuasse a ser do povo, era a principal preocupação. "Mas fui procurando ter certas cautelas e um dia pus-me a cantar no meio dos adufes, no alpendre da capela. Aí percebi que as pessoas cantavam com fé", adianta.
Adelino Lourenço esclarece que o pároco e a igreja existem para servir as comunidades. "Quando eu cheguei a Idanha-a-Nova, a Senhora do Almortão já existia", adianta.
É aqui que o sacerdote recorda que quando foi para aquela zona não levava projetos nenhuns. "Não queria impor nada, achava que devia aproveitar o que já existia, porque os projetos de cada comunidade é o povo que os faz", afirma.

Claro que teve os seus projetos, depois, mais tarde. Quanto ao resto foi viver no meio das pessoas. Os paroquianos se admiram com as homilias do seu padre, que é sempre diferente, de terras para terra. "Tenho que estar sintonizado com a vida das aldeias. Proclamo a Palavra de Deus, mas aplico-a a quem está à minha frente", concretiza.
Quanto à homenagem da autarquia e de todo o povo, Adelino Lourenço garante que não é muito o seu género, este tipo de situações. "Mas aceito e quero dizer que nem recebeu a carta ou convite que compareça. Eu gostaria de ver ali toda a gente. Porque esta não é uma homenagem só minha, é uma homenagem para toda a gente", frisa.
Cristina Mota Saraiva

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Gonçalo Costa é recandidato a Junta de freguesia do Ladoeiro




Segundo fonte fidedignidade este blogue está em condições de informar que Gonçalo Costa é recandidato a Presidente da Junta de Freguesia do Ladoeiro, pelas listas do Partido Socialista nas eleições de Outubro de 2013.

Gonçalo Gonçalves Afonso Costa, têm 35 anos é o actual presidente da Junta de Freguesia e conta do seu currículo com a Presidencia actual da Direcção do Movimento de Apoio e Solidariedade Colectivo ao Ladoeiro (MASCAL) e Secretário da Assembleia Geral da Associação Cultural e Desportiva do Ladoeiro (ACDL) .

O Blogue do Ladoeiro , logo que saiba quem são os outros candidatos dará a conhece-los.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ALDEIA DE MONSANTO





Aldeia histórica de Portugal, Monsanto é construída em pedra granítica.

Monsanto, avista-se na encosta de uma grande elevação escarpada, designada de o Cabeço de Monsanto (Mons Sanctus). Situa-se a nordeste de Idanha-a-Nova e irrompe repentinamente do vale. No ponto mais alto o seu pico atinge os 758 metros. A presença humana neste local data desde o paleolítico. A arqueologia diz-nos que o local foi habitado pelos romanos, no sopé do monte. Também existem vestígios da passagem visigótica e árabe. Os mouros seriam derrotados por D. Afonso Henriques e, em 1165, o lugar de Monsanto foi doado à Ordem dos Templários que sob orientações de Gualdim Pais, que mandou construir o Castelo de Monsanto. O Foral foi concedido pela primeira vez em 1174 pelo Rei de Portugal e rectificado, sucessivamente, por D. Sancho I (em 1190) e D. Afonso II (em 1217).
Galo de Prata no cimo da torre sineira de Monsanto.

Foi D. Sancho I quem repovoou e reedificou a fortaleza que, entretanto, fora destruída nas lutas contra o Reino de Leão. Seriam novamente reparadas um século mais tarde, pelos Templários.
Em 1308, o Rei D. Dinis deu Carta de Feira e, em 1510, seria El Rei D. Manuel I a outorgar de novo Foral e concedendo à aldeia a categoria de vila.
Em meados do século XVII, Luís de Haro (ministro de Filipe IV de Espanha), tenta cercar Monsanto, mas sem sucesso. No século XVIII, o Duque Berwik também cerca Monsanto, mas o exército português comandado pelo Marquês de Mina derrota o invasor nas difíceis escarpas que se erguem até ao Castelo. Monsanto foi sede de concelho no período 1758-1853. Um grave acidente no século XIX destruiu o seu Castelo medieval, pela explosão do paiol de munições.
Nas últimas décadas, Monsanto tornou-se popularmente conhecida como "a aldeia mais portuguesa de Portugal", exibindo o Galo de Prata, troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, cuja réplica permanece até hoje no cimo da Torre do Relógio ou de Lucano.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Vem aí a melancia sem sementes



A melancia é um dos produtos mais famosos dos campos de Idanha-a-Nova e a partir do próximo ano vai passar a nascer totalmente vermelha, sem sementes a incomodar quem a saborear.

Esta nova variedade esteve em testes durante o verão e os primeiros exemplares foram colhidos nas últimas semanas por Diana Soares, aluna finalista da Escola Superior Agrária de Castelo Branco.
A tese de fim de curso consiste em estudar a plantação de melancia sem semente para a empresa Hortas de Idanha, sociedade com participação municipal e que agrega os produtores locais.

O pedido para que haja uma variedade sem o inconveniente da semente ou pevide foi feito «por uma cadeia de grandes superfícies, interessada em comprar», explica Joaquim Soares, vereador e responsável pela empresa Hortas de Idanha.

Até final de outubro, Diana Soares conta concluir o estudo com indicação dos índices de produtividade, características e métodos de trabalho para quem quiser plantar a nova alternativa.

O objetivo é que no verão do próximo ano «possa haver melancia sem semente para distribuir», sublinha Joaquim Soares. 

As indicações aos produtores serão dadas «em função das reuniões com os possíveis clientes da Hortas de Idanha e o interesse no produto».

A melancia carnuda, sem pontos negros, será mais cara que o fruto tradicional, tendo em conta que «o sucesso de germinação é mais baixo e o custo por planta é maior».

Mas «o sabor é excelente», sublinha.

Quem pegar numa talhada ainda vai ver pequenos pontos brancos, mas são sementes «muito pequenas, que se engolem sem notar»: todas as outras desapareceram, explica a estudante finalista Diana Soares.

Esta variedade de melancia «é mais pequena, mais fácil de manusear, mais doce e mais crocante», acrescenta.

Este ano foram colhidas 60 exemplares para testes em laboratório, com diferentes datas de maturação e plantações em diferentes condições de terreno.

Da análise, concluir-se-á qual a melhor forma de produzir e qual a melhor altura de colheita.

A fruta sem semente nasce a partir de uma variedade sem pólen viável, que tem que ser plantada ao lado de outra que a fertilize: «quanto mais proximidade, melhor o resultado», conclui Diana Soares.


Noticia :  TVI 24

sábado, 8 de setembro de 2012

Europeu de Todo-o-Terreno em Idanha a Nova




Data: 28 e 29 de Setembro 

A Baja TT Idanha-a-Nova volta a contar para o Europeu de Todo-o-Terreno (Motos e Quads) para o Nacional das mesmas categorias e UTV-Buggies e ainda para o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (Autos) e Desafio TOTAL Mazda, pelo que a competição está assegurada a todos os níveis, esperando-se de novo uma grande participação entre os interessados na disputa pelos títulos europeus. 
Em termos de motos, quads e UTV Buggy, a prova terá um total de aproximadamente 300 km, distribuídos por dois dias de competição, estando a sua conclusão prevista para a tarde de Sábado, bem no centro da  acolhedora vila de Idanha-a-Nova.

Na sexta-feira, correm-se cerca de 8 km de super-especial e no sábado realizam-se dois SS (Sectores Seletivos) com 100km e 170km, respetivamente. No que respeita aos vulgarmente designados por "jipes", as grandes novidades passam por uma dupla passagem por uma super-especial, alternativa que está a ser estudada e que permita uma maior visibilidade a equipas pilotos, facilitando o trabalho a quem recolhe imagens, seguindo-se um percurso de cerca de 340 quilómetros, efetuado sem paragens obrigatórias para assistência, ou seja uma dupla passagem por um percurso de 170 Km, com uma ZA (Zona de Assistência) no meio, mas com o tempo a contar para o total da prova.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Monsanto



Monsanto (ou Monsanto da Beira) é a aldeia mais portuguesa de Portugal  uma freguesia  do concelho de Idanha-a-Nova, com 131,76 km² de área e 829 habitantes (2011). Densidade: 6,3 hab/km².

Foi sede de concelho entre 1174 e o início do século XI.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

XVI Feria Rayana / Cartaz Feira Raiana 2012



Para ver o programa da Feira clica AQUI

sábado, 1 de setembro de 2012

Nuno Balhau um jovem empresário de Sucesso





São empadas portuguesas, com certeza, e feitas em Idanha-a-Nova. A Beira Salgados, instalada no Parque Industrial da vila raiana, é uma empresa familiar, que tem vindo a crescer sustentadamente, apesar das dificuldades iniciais, já lá vão dez anos.
O produto está já em grandes superfícies, como o Lidl e o Pingo Doce e em muitas áreas de serviço do país. Um sucesso que leva a que, diariamente, saiam 14 mil empadas de Idanha-a-Nova, para todo o Portugal. A seguir vem a internacionalização...
Nuno Balhau é o jovem empresário que começou com o negócio na sua terra natal, Ladoeiro, freguesia de Idanha-a-Nova. Era muito jovem e com a sua falta de experiência e conhecimento da realidade, no início foi muito difícil. "Fiz este investimento quase como curiosidade. Trabalhava na Guarda e queria muito regressar às origens. De repente surge uma hipótese de alugar um pequeno espaço no Ladoeiro, já dedicado a este produto e apostei", conta.
Aprendeu os segredos dos salgados tradicionais, com a anterior proprietária do espaço e arrancou com a sua empresa. Tinha então 22 anos. Inicialmente os produtos comercializados iam mais além que as empadas e constavam, ainda, de rissóis, croquetes, coxinhas de frango e pastéis de carne. Este último produto ainda é produzido na Beira Salgados, mas em pequena escala (sete a dez mil por semana), só mesmo para o mercado da zona.
Quanto às empadas, chegam a ser produzidas 14 mil por dia com tendência a aumentar este número, para mais do dobro e chegar às 40 mil, diárias, assim que se faça a mudança para as novas instalações, lá para finais de setembro. "A ideia é chegar à produção contínua, ou seja, produzir em dois turnos, o que só será viável na nova casa. A partir daí vamos apostar fortemente na internacionalização. Nessa altura conto aumentar o número de funcionários para os 20 e posteriormente chegar aos 25. Há um ano eramos seis", frisa, destacando que todos os colaboradores são da sua terra e com uma média de idades muito baixa.
O sócio gerente da Beira Salgados garante que o sucesso das empadas de Idanha-a-Nova está na apresentação do produto feito de forma tradicional e no aspeto, ambas as características acima da média de outros produtos idênticos vendidos no mercado.
A matéria-prima é fornecida por diversos parceiros que trabalham para a Beira Salgados. Por exemplo, só em frango são consumidas dez toneladas por mês.
O investimento inicial foi de 200 mil euros e posteriormente foi de 500 mil, que contou já com a aquisição de equipamentos. Aqui só mesmo a massa não é feita pela mão humana. A máquina resolve. A partir daí, a massa é introduzida numa outra máquina que a estende e lamina, esticando-a à espessura ideal para fazer a empada. Tudo dentro dos parâmetros de qualidade exigidos e controlados pelas diversas instituições do ramo alimentar.
Nuno Balhau não se esquece de destacar o enorme apoio dado pela autarquia, que acabará por ficar com o velho edifício. A não ser assim não teria sido possível avançar com o novo espaço.
Realça, igualmente, a parceria com o Inovcluster, que lhe tem prestado grande apoio na divulgação, no conhecimento e saber fazer, abrindo as portas à participação em feiras nacionais e internacionais.
Novas ideias
As empadas apresentadas hoje em dia pela Beira Salgados são: a vegetariana, de pato e de frango.
Em estudo estão novas apostas, como a de marisco, a beirã, confecionada com enchido e a gourmet. "As ideias estão lançadas e estamos agora a desenvolvê-las, com a realização de testes e a colaboração de um cozinheiro profissional. Estas experiências vão ter o seu auge nas novas instalações onde passaremos, também, a contar com uma engenheira alimentar", explica Nuno Balhau.
As novas instalações
A mudança era para já ter sido feita. Mas os problemas subsistiram e até o empreiteiro responsável acabou por abandonar a obra e deixá-lo a cargo com a reposição dos dinheiros do fundo comunitário que tinha conseguido.
Agora tudo correu de forma diferente. A obra está avançada e será concluída em finais de setembro. O Proder - Programa de Desenvolvimento Rural vai apoiar este projeto a 60 por cento, traduzidos em 127 mil euros.
A nova casa já responde a todas as normas exigidas, cumprindo o lay out exigido, com entradas e saídas específicas para cada etapa da produção.
Empadas no Boom
A Beira Salgados teve, igualmente, uma forte participação do seu produto no Festival Boom. Foram cerca de 30 mil unidades vendidas para a Herdade da Granja.
"Foi uma semana de muito trabalho para responder a esta encomenda, mas valeu a pena", refere Nuno Balhau.
O fabrico tradicional destas empadas dá-lhes um sabor diferente especial e também a apresentação se mantém como faziam as nossas avós: os biquinhos que fecham a tampa da empada... são únicos.
  Cristina Mota Saraiva