segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ladoeiro... a freguesia mais jovem




Entrevista de Gonçalo Costa, presidente da Junta e Margarida Rossa,tesoureira da Junta á Beira Baixa TV

sábado, 25 de janeiro de 2014

Emersus em 2001



Grupo de grande sucesso músical da nossa aldeia

Em cima da esquerda para a direita : David, Vitor, Nuno, Pedro e Ruca
Em baixo da esquerda para a direita : Hugo, Patrícia, Laureana, Joana Campos e Joana Sousa

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Festiva da Melancia de 2014 já têm datas marcadas




O Blogue do Ladoeiro está em condições de informar que a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova  irá promover a  10ª  edição Festival da Melancia, na freguesia do Ladoeiro, para os dias 19 e 20 de Julho 2014, nos terrenos junto ao Pavilhão Polidesportivo da localidade.

Muita música , provas de sumo, compotas e outras iguarias de melancia, feira de produtos regionais, tasquinhas, restaurantes e jogos tradicionais à moda antiga, são algumas das propostas da iniciativa.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Zé Perdigão lança novo trabalho



Há seis o Fórum Cultural de Idanha-a-Nova abria as suas portas com um projeto simples, mas ao mesmo tempo sofisticado. A recuperação de um antigo lagar, na rua de S. Pedro, deu origem a um pequeno auditório onde ao longo destes anos têm passado os mais diversos artistas e grupos. O local alberga, ainda, exposição de arte sacra, onde as valiosíssimas peças do concelho raiano por ali vão sendo mostradas, rodando as freguesias para que todo o espólio possa vir a ser apreciado. Para além disso, podem ali ser apreciadas outras exposições de arte popular.
A comemoração do aniversário do sexto aniversário teve honras de um espetáculo com Zé Perdigão que ali apresentou o seu mais recente trabalho "Sons Ibéricos". Um trabalho, agora em português e lá mais para a frente em castelhano. Um trabalho que conta, também, com a participação das Adufeiras de Idanha-a-Nova. Como convidado especial esteve presente em Idanha-a-Nova o mítico José Cid, como produtor deste trabalho e responsável pelo lançamento do cantor para a ribalta.
"Sons ibéricos é um disco que foi preparado ao longo destes últimos cinco anos. Procurámos saber e perceber qual é o som ibérico e aquilo que se poderia cruzar entre Portugal e Espanha, deste povo milenar, desta jangada de pedra que não pertence nem à Europa do norte, nem à África. Fomos à procura das sonoridades de raiz tradicional e mesclamos a guitarra portuguesa com a guitarra flamenco", afirma ao Reconquista, Zé Perdigão.
Foram selecionados 30 temas e destes escolhidos 14 que compõem o trabalho e que para Zé Perdigão são uma simbiose perfeita de ‘sons ibéricos'.
A ideia da integração das adufeiras surge quando decidem integrar no disco dois temas da Beira Baixa, nomeadamente "Senhora do Almortão", conhecido por todo o mundo e "Milho Verde", que serve, igualmente, de homenagem a Zeca Afonso e a todos os outros que a cantaram.
Zé Perdigão recorda o início da sua carreira e a volta que a vida deu ao contar com o apoio de José Cid. "A partir daí deixei de ser um simples artista local e passei a ter uma projeção nacional e agora também internacional, porque ‘Sons ibéricos' vai ter uma edição em castelhano, num disco que contempla alguns dos temas que estão no trabalho em português e outros inéditos, com poemas de Pablo Neruda, Gabriela Mistral e, por exemplo, numa roupagem nova de um tema de Luís Represas, "Feiticeira". Este disco torna-se assim internacional e vai ser transportado para a América do Sul, nomeadamente para o Chile, Argentina e Uruguai, onde vai ser comercializado", revela. Como suporte musical, Zé Perdigão utiliza instrumentos tradicionais e a presença das Adufeiras de Idanha dão um outro colorido e um outro suporte aos seus espetáculos. 
Mas, fundamental é também a palavra e as letras escolhidas. "É sempre uma grande preocupação e temos muito cuidado na seleção das letras. Cantar os nossos poetas e cantar poetas ibéricos, como Frederico Garcia Lorca, cantar em português um musical que é célebre e está celebrado eternamente na memória de todos «Arranjuez», de Joaquim Rodrigo, é uma simbiose perfeita que se atinge, conseguindo chegar aí com todo cuidado possível", afirma. 
Outros grandes poetas estão contemplados neste álbum, como Teixeira de Pascoaes ou Pedro Homem de Mello, ou outros mais contemporâneos, como José Cid ou Joana de Oliveira.
A terminar, Zé Perdigão, destaca que todo o álbum é "orgânico", ou seja, para além dos instrumentos tradicionais, o álbum é gravado em analógico. "Desta forma passa a pureza, a verdade das coisas e o som também é muito mais quente, é muito mais nosso e é um som diferente do digital. Desta forma, todos os ruídos ficam registados. Para mim é muito mais agradável gravar em analógico, porque aquilo que se ouve é puro, é aquilo que se vê em palco. Costumam dizer-me que o concerto ao vivo é muito melhor do que o que escutam no disco e eu fico feliz por isso", conclui.
O Fórum Cultural de Idanha-a-Nova assinalou seis anos com um espetáculo de peso. Mais um que se junta aos cerca de 70 que ali se realizaram desde o seu início e que forma vistos por quase 26 mil pessoas.

Fonte : Reconquista

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ponte da Monheca.




Ponte da Monheca. Idanha a Nova no Ladoeiro

Foto : Victor Correia

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Ladoeiro mantém viva tradição do Madeiro de Natal




A tradição cumpriu-se, uma vez mais, no Ladoeiro. À semelhança do que acontece todos os anos, no passado domingo os homens da freguesia recolheram, transportaram e descarregaram os madeiros de Natal. Três lenhos aguardam agora pelo dia da consoada para aquecer a população local.
As origens desta tradição centenária perdem-se no tempo. Longe vão também os tempos em que o arranque dos madeiros era incumbência dos rapazes mancebos que iam “às sortes”. Com o fim do serviço militar obrigatório, a tarefa passou a caber aos oito festeiros do Espírito Santo.
É uma das particularidades da tradição do madeiro no Ladoeiro, explica João Vinagre Lopes, 71 anos, um dos festeiros deste ano: “Quando os jovens deixaram de ir à inspeção militar, decidiu-se que evento passaria a ser organizado pelos festeiros escolhidos para a Festa do Espírito Santo. É uma festa que começa na Páscoa e se prolonga por mais sete domingos”.
Ao contrário do costumeiro noutras freguesias do concelho de Idanha-a-Nova, onde os madeiros são descarregados no dia 8 de dezembro, no Ladoeiro acontece – regra geral – no domingo que antecede o Natal. Este ano a tradição foi antecipada devido à proximidade entre fim de semana e véspera de Natal.
A empreitada arrancou de manhã cedo no meio de um sobreiral nos arredores de Ladoeiro, onde oito reboques – um por cada festeiro – são carregados com madeiros. O labor que antigamente era feito com recurso a juntas de bois e força braçal, num esforço colaborativo de dezenas de homens, hoje é facilitado por maquinaria e tratores. Mas a animação, essa, mantém-se e o processo é acompanhado por dezenas de homens de diferentes gerações.
Carregadas as enormes pilhas de cepas e troncos, um almoço convívio próximo do local ajuda os homens do Ladoeiro a retemperar as forças. Ao início da tarde, soam os foguetes e os tratores seguem em cortejo até à aldeia onde são recebidos pela população e pelo Grupo de Bombos local “Raia dos Sonhos”.
É com grande entusiasmo, ao som de cânticos de Natal e muita animação, num trajeto bem regado a vinho, que os tratores circulam pela povoação. Os madeiros são descarregados em três locais: frente à Igreja Matriz, no largo da avenida da Fonte Grande e no adro da Capela do Espírito Santo. Na véspera de Natal, incendiados pelos festeiros, irão aquecer a população de Ladoeiro
A organização do evento conta com o apoio do Município de Idanha-a-Nova e da Junta de Freguesia do Ladoeiro. A vice-presidente da Câmara, Idalina Costa, recorda que “o Executivo tem a preocupação constante de contribuir para a preservação das tradições do concelho”. Até porque, sublinha a autarca, que esteve presente no Ladoeiro, essas mesmas tradições “atraem pessoas  de fora que querem conhecer costumes genuínos”.

Fonte : diariodigitalcastelobranco

domingo, 15 de dezembro de 2013

sábado, 14 de dezembro de 2013

sábado, 7 de dezembro de 2013

António José Seguro no Ladoeiro defende "contrato de desenvolvimento" para o interior



O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu este sábado, em Idanha-a-Nova, a necessidade de o Governo estabelecer com as câmaras municipais do mundo rural um contrato de desenvolvimento para o interior do país.

"Nós não podemos abandonar os portugueses que vivem no interior de Portugal e eu defendo um contrato de desenvolvimento com o interior do Portugal. [Esse contrato seria estabelecido] entre o Estado e as câmaras municipais para que, através de elementos de racionalidade, mantenham abertos os serviços do interior de Portugal", afirmou.

António José Seguro falava no Centro Agro-alimentar do Ladoeiro, no concelho de Idanha-a-Nova, onde, no dia 1, o serviço nocturno de Apoio Permanente do Centro de Saúde encerrou e onde se perspectiva o fecho da repartição de finanças. O secretário-geral socialista está desde sexta-feira naquele concelho para realizar uma visita que tem como temática o "Mundo Rural - Contributo para um Portugal Sustentável".

O líder do PS especificou ainda que nesse "contrato de desenvolvimento do interior" deve ser inserida a gestão do património público, designadamente edifícios do Estado que estão abandonados e que as autarquias aceitem gerir.

A proposta de redução para metade do IRC pago pelas empresas sediadas no interior, bem como a cativação de fundos comunitários para aquela região foram outras duas propostas socialistas, que António José Seguro reafirmou, classificando-as como "fundamentais" para o desenvolvimento, criação de emprego e riqueza naquela região do país.

"O interior não é um fardo nem um encargo para o nosso país. O interior é uma oportunidade que tem de ser aproveitada e este é o momento [de fazê-lo] porque há uma nova geração de autarcas do interior disponível para contratualizar com o Estado central", disse.

Questionado pelos jornalistas sobre a alegada intenção do Governo em facilitar os despedimentos, António José Seguro referiu que "as prioridades do Governo estão todas invertidas". "O que o país precisa não é de facilidade de desemprego, é de emprego. É de oportunidades", realçou.

Noticia: Público

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Tributo ao fado




Tributo ao Fado

8 de Dezembro 2013 em Idanha a Nova

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Festival de Música Antiga vai promover cultura e património em Idanha-a-Nova




 O Festival Internacional de Músicas Antigas - "Fora do Lugar " contará este ano com 20 atividades culturais que visam "promover a cultura e o património" do concelho de Idanha-a-Nova, disse à Lusa o presidente da câmara.

Armindo Jacinto frisou que as atividades decorrerão "em palcos pouco habituais", como casas senhoriais classificadas, casas particulares, capelas, igrejas, num lagar, numa fábrica abandonada ou num palheiro, exatamente para "promover a cultura e o património concelhio", afirmou.

"Como o próprio nome diz, este é um festival fora do lugar. Não se restringe a uma única sala de espetáculos, vai muito para além disso. Distribui-se por pontos emblemáticos de todo o concelho, transformando-se num convite para conhecer o bom que Portugal tem no mundo rural e no mundo do património natural e histórico-cultural", acrescentou.

domingo, 24 de novembro de 2013

Prova e degustação Terras da Idanha‏




Vai decorrer no dia 29 de Novembro uma prova de degustação dos produtos Terras da Idanha, na Av. Dom Vasco da Gama 30, no  Restelo em Lisboa.

Aproveite para reviver os sabores do antigamente.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Beatbox: Campeão nacional é de Idanha-a-Nova



André Miguel Gonçalves de Oliveira, natural e residente em Idanha-a-Nova, conquistou o título de Campeão Nacional de Beatbox, numa competição realizada em Lisboa, no Teatro do Bairro e promovida pelo Portugal Beatbox Battle. O jovem tem 18 anos e estuda na Escola EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro, no curso de ciências e tecnologias.
Esta competição decorreu no passado sábado, dia 9, e foi a final do primeiro Campeonato Nacional de Beatbox. O evento reuniu 16 finalistas, apurados em eliminatórias anteriores um pouco por todo o país. Representantes dos distritos de Évora, Faro, Aveiro, Braga, Coimbra, Porto, Lisboa e Castelo Branco apresentaram diversidade, um bom nível de atuação com claques de apoio que tornaram o ambiente caloroso e familiar, como refere o site H2Tuga.
No júri estiveram Robinho Beatbox, Wilson Beatbox (Makongo) e Rizumik (vencedor do American Beatbox 2012 e membro dos Voca People)..
Oliveira Beatbox (André Oliveira) acabou por ser o vencedor, tendo eliminado Pika Beatbox (o vencedor da Competição online, com acesso direto à final) e deixou em 2.º lugar Rui Mouro, de Estarreja. Em 3.º ficou HS, de Évora, e em 4.º LS, de Cascais.
"Desde pequeno que sempre achei piada a sons produzidos pelo corpo humano, mas como era muito novo, não pesquisava sobre esta forma de arte, até há uns três anos. Descobri o beatbox através da internet e fui pesquisando no youtube aulas, porque sentia uma vontade enorme de aprender a fazer aqueles sons todos, unicamente com o meu aparelho vocal, porque é disso que se trata", frisa em conversa com o Reconquista.
Debruçou-se mais sobre esta situação e quis praticar e aprender som a som, prevalecendo a ideia de que poderia fazer música em qualquer lado, sem necessitar de instrumentos. "Eu assim sou música, consigo transformar o meu corpo em música, num som, eu sou o instrumento, e apaixonei-me logo por esta técnica. Desde aí nunca mais parei de fazer beatbox. Um ano tem 365 dias, eu faço beatbox há três anos, já são 1095 dias de treino", revela.
Segundo André Oliveira, não há nenhuma técnica especial para aprender e praticar beatbox, apenas uma enorme força de vontade e nunca desistir. "Não é fácil aprender, demora muito tempo. Temos que aprender a fazer os sons, depois temos que os saber usar numa batida, isto pode levar dias ou semanas e existem certos sons que podem demorar um mês ou mais a aperfeiçoar", garante.
Nesta arte podem imitar-se diversos sons e apostar em vários estilos: por exemplo, jazz, dubstep, drum and dass, kizomba, trance, hip hop, ou juntá-los todos, criando um som próprio.
"Novos estilos trazem novas técnicas e isto é muito importante porque só assim é que o beatbox pode evoluir até atingir o próximo nível. O beatbox é uma arte e um desafio aos limites da capacidade vocal do ser humano", refere.
Oliveira Beatbox ficou a conhecer este concurso através do Portugal Beatbox Battle, o primeiro projeto criado pelo THE BB Events. Nasceu para abraçar todos os amantes e seguidores da arte do beatbox nos vários eventos realizados durante o ano.
"Quando soube do concurso fiquei logo interessado e todos os meus amigos me incentivaram. Foi o primeiro campeonato de beatbox e correu mesmo muito bem. Saí de lá campeão e isso é um grande orgulho para mim", concretiza.
Para já, como afirma, em Portugal o beatbox está pouco desenvolvido e não tem, ainda grandes perspetivas de futuro. "Na França e na Alemanha está tão desenvolvido que já existem escolas de beatbox. Eu acho que ainda não podemos fazer desta arte uma profissão, embora no estrangeiro já se consiga. Ser o campeão nacional era um sonho que eu tinha desde o primeiro dia que aprendi a fazer beatbox, acabei de o ser, agora vamos ver no que é que isto dá. Estou sempre pronto para novas aventuras", conclui.
Dia 14 de dezembro, novamente no Teatro do Bairro, voltam a juntar-se as melhores "máquinas humanas" a nível de beatbox nacional para o derradeiro evento deste ano, o Portugal Beatbox Champions League, que reforça a vontade de um crescimento prolongado.

Fonte : Jornal Reconquista