sábado, 4 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
sábado, 28 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Câmara de Idanha-a-Nova quer fazer uma “revolução pacífica e sem sangue”
Autarquia promete acompanhar e facilitar a vida aos "novos idanhenses" que queiram trocar as grandes cidades pelo campo.
O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova quer fazer uma “revolução pacífica e sem sangue” neste concelho raiano. Armindo Jacinto apela aos portugueses que olhem para aquela vila como a “terra das oportunidades”, onde terão espaço para concretizar sonhos e desenvolver talentos. Só é preciso quererem mudar de vida: a autarquia ajuda no resto.
"Recomeçar” é o nome do programa apresentado na quarta-feira, pelo município, em Lisboa, e que assenta na ideia de Idanha-a-Nova, situada a 2h30 da capital e a 4h de Madrid, como alternativa às grandes cidades. “Este programa ambicioso é ao mesmo tempo um grito para que o país olhe para o mundo rural com outros olhos”, diz Armindo Jacinto. Idanha-a-Nova é um dos municípios mais extensos do país mas tem vindo a perder habitantes: o Censos de 2011 identificou 9716 residentes, menos 2000 do que em 2001. O autarca socialista quer inverter a tendência de despovoamento e sublinha que a baixa densidade demográfica "não é uma desgraça, mas sim uma oportunidade".
O objectivo da autarquia é “criar condições” para que os “novos idanhenses” se fixem e, eventualmente, criem ou relocalizem os seus negócios. Segundo um estudo feito pela Bloom Consulting, consultora que está a acompanhar o programa, cerca de 60% da população de Lisboa gostaria de deixar a cidade, mais tarde ou mais cedo. "Idanha tem tudo o que os lisboetas procuram", garante Armindo Jacinto, destacando a riqueza natural da região inserida no Parque do Tejo Internacional.
Nos últimos meses, a câmara tem estado a preparar-se para receber os potenciais migrantes e ajudá-los a contornar os obstáculos que normalmente surgem neste tipo de processos. “Ajudamos os que aqui vivem, os que querem para cá vir e os que querem regressar”, afirma Armindo Jacinto, sublinhando que esta é uma estratégia “para os próximos dez anos”.
O programa “Recomeçar” assenta em quatro pilares, através dos quais estão a ser desenvolvidos 26 projectos. Um pilar é o Idanha Green Valley, através do qual estão a ser desenvolvidos projectos como a criação de um plano de apoio ao empreendedorismo. Ainda este ano deverá realizar-se um fórum mundial de projectos rurais, que atribuirá prémios a ideias que apostem na inovação em áreas como a agricultura biológica, que tem ganho importância na zona através da produção de mirtilos ou figos-da-índia.
Outro pilar é o Idanha Vive, no qual se concentram projectos focados na captação de talento e na formação em “ruralidade”. A câmara está a criar condições especiais para quem pretende viver no concelho, apoiando em áreas como a procura de habitação, a educação e a saúde. Para os “indecisos” criou o Idanha Experimenta, com projectos que incentivam acções de promoção de turismo e até a criação de um campo de férias rural, em que as pessoas são convidadas a experimentarem a vida no concelho de Idanha antes de uma mudança definitiva. Através do Idanha Made In pretende-se divulgar os produtos locais, nomeadamente através da criação de redes de comercialização internas e externas.
Nalguns casos a câmara poderá dar apoio financeiro, noutros logístico ou apenas funcionar como facilitadora no processo de mudança. “Também depende muito das verbas que conseguirmos angariar através do novo quadro comunitário de apoio”, explica. “Cada caso é acompanhado individualmente por um gestor dedicado, que vai responder a cada pessoa que nos contactar”, acrescenta.
Esta estratégia dá continuidade à campanha "Não emigres, migra" lançada pela câmara em 2012, com o objectivo de divulgar os apoios destinados sobretudo aos jovens empreendedores. Esta iniciativa deu origem a uma incubadora de empresas de base rural, na qual estão já fixados 50 negócios. Segundo o presidente da autarquia, nos próximos dois a três anos deverão ser criadas nesta incubadora 700 a 1000 postos de trabalho.
Casos de sucesso
Para provar que é possível “Recomeçar” em Idanha-a-Nova, a câmara levou até Lisboa quatro casos de sucesso. Um deles é o de Isménia Araújo, de 32 anos. Natural de Viana do Castelo, viveu 22 anos na capital e foi “apanhada” pelo encanto da região numa visita pela Rota das Aldeias Históricas, na qual se incluem Monsanto e Idanha-a-Velha. Mudou de vida: estabeleceu-se com a família em Idanha-a-Nova, criou um projecto de agricultura biológica “sem nunca ter plantado uma couve”, acabou os estudos e hoje coordena a rede de creches Idanha + Bebé, que está em expansão. “Temos bebés em lista de espera”, diz o autarca.
Marisa Soares
domingo, 15 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Idanha-a-Nova candidata-se a Cidade da Música da UNESCO
Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, vai candidatar-se a Cidade da Música no âmbito da rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
"A acontecer, esta classificação patrimonial por parte da UNESCO irá ao encontro da estratégia de desenvolvimento do concelho", refere o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova em comunicado enviado à agência Lusa.
Armindo Jacinto explica que a partir dos usos, costumes e tradições, "onde a música tem um lugar central, Idanha-a-Nova tem conseguido inovar e empreender para construir o futuro da região, sempre com o envolvimento das populações".
"Há aqui uma riqueza e faz todo o sentido, que, nesta fase, se prepare uma candidatura", refere.
A comissão consultiva da candidatura de Idanha-a-Nova à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, no âmbito da Música, esteve reunida recentemente para preparar o projecto que deve ser submetido em Março de 2015.
A riqueza patrimonial do concelho, onde a herança cultural associada à música assume rara expressão, fundamenta esta candidatura após um vasto trabalho de inventariação, preservação e divulgação da identidade musical e cultural de Idanha-a-Nova, das suas características etnográficas e etnológicas.
"Temos tido, ao longo dos últimos anos, a preocupação de trabalhar, porque havia o perigo de perdermos um conjunto de património que é transmitido, sobretudo, através da oralidade", conclui o autarca de Idanha-a-Nova.
O adufe, o maior representante da riqueza e da tradição musical de Idanha-a-Nova, inspirou o símbolo desta candidatura portuguesa a Cidade da Música da UNESCO.
Actualmente, existem 41 cidades pertencentes à Rede de Cidades Criativas, em todo o mundo, e apenas seis no tema da Música.
O objectivo é promover o desenvolvimento social, económico e cultural destas cidades e comunidades, tendo por base as indústrias criativas.
A comissão consultiva da candidatura de Idanha-a-Nova é composta por um conjunto de mais de 40 personalidades estrangeiras e nacionais, especialistas no âmbito da música e da cultura.
Entre músicos, compositores, maestros, professores e investigadores, incluem-se a directora da Escola de Música do Conservatório Nacional, Ana Mafalda Pernão, os ex-ministros da Educação Marçal Grilo e Guilherme de Oliveira Martins, o ex-ministro da Cultura Pedro Roseta, a presidente da Jeunesses Musicales International, Jessie Westenholz, e o ex-Presidente da República Jorge Sampaio.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Aldeia de Monsato
Monsanto é uma freguesia portuguesa situada no Concelho de Idanha-a-Nova.
É uma terra de rara beleza, onde o granito e a força humana desempenham o papel fundamental.
"Monte Santo" é o carismático baluarte da fronteira do Erges, tão valoroso que se dizia que "Quem conquista Monsanto, conquista o mundo". Do seu passado prevalecem curiosas lendas e narrativas ligadas a invasões e assaltos à povoação.
Logo à entrada, a Santa de pedra, dá-nos as boas-vindas à vila. Prosseguimos por um constante vertiginoso ziguezague em que as ruas estreitas deixam-nos antever deslumbrantes obras de arquitectura natural.
Pela sua autenticidade, foi considerada (através de concurso) pelo Secretariado Nacional de Informação, em 1938, a aldeia mais portuguesa de Portugal com a atribuição do galo de prata, cuja réplica os Monsantinos exibem, orgulhosamente, no topo da Torre de Lucano.
Actualmente, pelo rigor da conservação e exotismo dos seus recantos merece a designação de aldeia histórica
(fonte: garatujando.blogs.sapo.pt)
(foto: garatujando.blogs.sapo.pt)
terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Proença-a-Velha recebe no sábado e no domingo o XII Festival das Sopas Tradicionais, foi hoje anunciado.
Nesta edição, a organização do evento (Câmara de Idanha-a-Nova e Junta de Freguesia de Proença-a-Velha) vai tentar bater o recorde nacional conseguido no ano passado, com 112 participações de sopas a concurso.
O Festival de Sopas Tradicionais de Proença-a-Velha é um dos maiores certames do género no país e atrai anualmente milhares de pessoas ao concelho de Idanha-a-Nova.
Além das sopas, os produtos tradicionais marcam presença no evento que este ano coincide com um encontro de acordeonistas e tocadores de concertinas.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Santa Catarina de Sena 2014
Se não teve oportunidade de participar na Romaria de Santa Catarina de Sena deste ano, não pode perder esta reportagem com 32 m e 34 s.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Armindo Jacinto quer manter Finanças e disponibiliza-se a pagar
O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova disse ontem já ter comunicado à tutela a disponibilidade de assumir todos os encargos com a repartição de Finanças que funciona em instalações arrendadas à autarquia.
«Não vamos fazer nenhuma revolução, mas sim protestar por mais uma vez fecharem serviços em Idanha-a-Nova. A Câmara já se disponibilizou para assumir os encargos com as instalações», disse hoje à agência Lusa Armindo Jacinto.
O autarca reagiu assim à notícia de que o Governo se comprometeu a encerrar metade das repartições de Finanças do país até final de maio.
«O Estado vem contribuir com mais do mesmo para os territórios de baixa densidade, ou seja, fechar serviços, o que faz com que as pessoas abandonem estes territórios», adiantou.
Armindo Jacinto referiu que se fecharem mais estes serviços «está-se mais uma vez a penalizar 50% do território do país» e sublinhou que «para fixar populações e captar investimentos para estes territórios não é assim que se consegue».
«O Estado não fala com os municípios sobre estes assuntos. Só é possível contribuir para o desenvolvimento do país mantendo estes serviços nos territórios de baixa densidade. A manter e a concentrar tudo no litoral, o Estado está a empobrecer o país», disse o autarca.
De acordo com o memorando de políticas económicas e financeiras que acompanha o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a 11.ª avaliação do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF), o executivo escreve que pretende «estabelecer até ao final de 2014 um departamento dedicado aos serviços do contribuinte para unificar a maioria dos serviços» e «melhorar a relação [dos contribuintes] com a administração» fiscal.
«Como parte desta reorganização, 50% das repartições locais de finanças vão ser encerradas até ao final de maio de 2014», lê-se no mesmo documento.
sábado, 19 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Workshop História, Monumentos e Tradições do Ladoeiro, 19 Abril 2014
"História, Monumentos e Tradições do Ladoeiro" é o tema que serve de base a um workshop que decorre na tarde de 19 de abril, animado pelo investigador António Maria Romeiro Carvalho e agendado para o salão da Junta de Freguesia da localidade, pelas 14H00.
O preletor, natural do Ladoeiro, é simultaneamente autor de várias obras relacionadas com a temática e a actividade quer dar a conhecer diversos aspectos da povoação, através da divulgação e análise do seu património histórico e cultural.
A análise da toponímia das ruas do Saco e da Porta, é o arranque para este encontro e os participantes deslocam-se, depois à casa onde morou José Tomé, famoso ladrão que terá vivido no final do XIX e início do século XX. No local será contada a história deste personagem.
O workshop prossegue, segundo nota enviada à redação, com uma visita à Fonte Grande, o "centro" do Ladoeiro desde há milhares de anos até às últimas décadas do século XX. Aqui serão analisados vários dados históricos sobre o Ladoeiro e sobre o monumento que é hoje ex-libris da freguesia, encontrando-se representado no seu brasão.
Às 16H00 os participantes vão de autocarro até à Capela do Espírito Santo, uma das quatro que demarcam o Ladoeiro, local de paragem obrigatória dos tradicionais madeiros e de outros rituais. A viagem segue até à fonte das Pias, umas principais zonas de pastos comuns e campos abertos no concelho de Idanha-a-Nova, até inícios do século XX, segundo a mesma nota.
Segue-se depois até ao cemitério velho, local que ainda hoje conserva grande importância histórica para a população de Ladoeiro, continuando até à Igreja Matriz da aldeia, onde serão examinados vários elementos históricos sobre esta obra e as procissões locais, terminando o workshop no salão da Junta.
A Iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Ladoeiro e Clube de Praticantes de Actividades Outdoor, com apoio do Município de Idanha-a-Nova.
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