sexta-feira, 10 de julho de 2015

quarta-feira, 1 de julho de 2015

sábado, 25 de abril de 2015

25 de Abril, Sempre !



Faz hoje 41 anos , que homens corajosos dirigidos no terreno por o Capitão de Abril, Salgueiro Maia, permitiram a implatanção da Democracia e Liberdade . 

O 25 de Abril é uma vitoria para todos ! 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

"O Céu Desce à Terra" no Mosteiro de Alcobaça com a artista idanhese Cristina Rodrigues





Fotos : Maria Manuela Rocha

"O Céu Desce à Terra", a maior exposição de sempre de Cristina Rodrigues, esta patente no Mosteiro de Alcobaça, onde podem ser vistas oito grandes instalações da artista portuguesa contemporânea.
A mostra, integrada nas comemorações dos 25 anos da classificação do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça como Património da Humanidade, conta com três obras inéditas e cinco já expostas internacionalmente, entre as quais uma gigantesca manta de adufes que já esteve em exposição na Catedral de Manchester, no Reino Unido.

Entre as peças criadas especialmente para esta exposição contam-se "Os Amantes", uma instalação composta por centenas de corações que celebram o amor de Pedro e Inês; "Deserto", composta por 22 cadeiras decoradas com têxteis que retratam a sociedade portuguesa; e "As Vinhas da Ira", uma peça alusiva "às gerações de jovens portugueses que se vêm obrigados a emigrar para outros países", explicou a autora à agência Lusa.

"A Manta", na versão "ouro e prata" (produzida em parceria com mulheres de Idanha-a-Nova) e na versão "Amarantina" (feita em colaboração com tecedeiras da aldeia de Fridão, no concelho de Amarante), "Enlightenment", um conjunto gigantesco de lustres, "A Capela" e a "Rainha", uma enorme coroa que, segundo a artista, "irá coroar o povo à entrada do Mosteiro"

A exposição, que está a ser preparada há dois anos, conta com o apoio da Direção Geral das Artes e a colaboração de mais de cem artesãos e duas fábricas nacionais na produção das peças desta mostra.

A exposição em Alcobaça é maior de sempre da artista que vive entre Idanha-a-Nova e Manchester.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

RECOMEÇAR EM IDANHA




Idanha Green Valley, Idanha Experimenta, Idanha Vive e Idanha Made In. 
Se quer mudar de vida, estes são conceitos a reter.


Um conceito ambicioso que tem como finalidade a melhoria das condições de vida e a atração de talento para o município. A par da apresentação oficial do projeto, todos os interessados vão poder informar-se diretamente junto das entidades responsáveis e de pioneiros (pessoas que já trocaram a vida da cidade por Idanha e vêm a Lisboa partilhar a sua experiência). 

Idanha-a-Nova quer ser a alternativa e por isso vai lançar o Programa RECOMEÇAR. Um projeto ambicioso que vai posicionar Idanha como um município onde é possível conciliar o bem-estar e a proximidade da natureza com o empreendedorismo, a inovação e o profissionalismo.
O programa assenta a marca Idanha-a-Nova em quatro pilares:
- Idanha Green Valley, um pilar ligado ao conhecimento e inovação na ruralidade e ao posicionamento mundial do território nesta área;
- Idanha Experimenta, que dará aos interessados a oportunidade de experimentar a vida rural;
- Idanha Vive, com a criação de condições especiais para quem vive ou pretende viver naquele território;
-e Idanha Made In, que apoiará tudo o que é produzido localmente.


Idanha é um dos maiores municípios do País. Tem cerca de 1400 quilómetros quadrados, paisagens diversificadas e apresenta um património municipal histórico-cultural muito significativo. Para o Presidente da Câmara Municipal, é uma terra de oportunidades, de qualidade de vida, de animação e oferta cultural. É objetivo da Câmara Municipal acompanhar quem esteja a pensar mudar-se para o município de forma personalizada.
«Os seus projetos de vida, seja na área da Educação, na Habitação ou no Projeto Profissional/Empresarial serão acompanhados de forma personalizada, durante o tempo que for necessário, até que haja sucesso no projeto de transferência. A nossa filosofia é ajudar os que aqui vivem, os que querem para cá vir e os que querem regressar. Queremos que aqui construam um projeto de vida familiar e profissional. Podem trazer as suas empresas, ou criá-las cá de raiz. Criamos oportunidades para a implementação de empresas na região, ao mesmo tempo que fomentamos a criação de emprego que outros poderão abraçar», explica Armindo Jacinto.

«Idanha-a-Nova tem um imenso potencial. Apostámos, pelas características do município, numa nova marca rural e no seu posicionamento como uma alternativa às grandes cidades. O total foco do município neste projeto irá possibilitar que a inovação seja transversal aos 4 pilares que o suportam e que Idanha não só seja vista, mas seja efetivamente um local onde encontramos todas as condições para Recomeçar.», acrescenta Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting em Portugal.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Assembleia de Freguesia do Ladoeiro no dia 19 de Abril




Carlos António Rolo Proença, Presidente da Assembleia de Freguesia do Ladoeiro convoca este órgão para a realização de uma sessão ordinária, a decorrer na sala de reuniões da Junta de Freguesia, no dia 19 de abril de 2015, pelas 15:00 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:

Período antes da ordem do dia;

Período da ordem do dia;

Apreciação e votação: Documentos de prestação de contas do ano de 2014.

Outros assuntos de interesse da freguesia.

Apareça e participe !

sábado, 4 de abril de 2015

Descerramento ....




Foi hoje pelas 17,30 o descerramento da placa identificativa da Fonte Grande do Ladoeiro

II º Concurso de Varandas, Janelas e Jardins Floridos do Ladoeiro



Inscreve-te e Participa !

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Pagela de Santa Catarina de Sena - 1934



É a mais antiga pagela conhecida com a Imagem de Santa Catarina no Ladoeiro 


segunda-feira, 30 de março de 2015

sábado, 28 de março de 2015

quinta-feira, 26 de março de 2015

Câmara de Idanha-a-Nova quer fazer uma “revolução pacífica e sem sangue”




Autarquia promete acompanhar e facilitar a vida aos "novos idanhenses" que queiram trocar as grandes cidades pelo campo.

O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova quer fazer uma “revolução pacífica e sem sangue” neste concelho raiano. Armindo Jacinto apela aos portugueses que olhem para aquela vila como a “terra das oportunidades”, onde terão espaço para concretizar sonhos e desenvolver talentos. Só é preciso quererem mudar de vida: a autarquia ajuda no resto.

"Recomeçar” é o nome do programa apresentado na quarta-feira, pelo município, em Lisboa, e que assenta na ideia de Idanha-a-Nova, situada a 2h30 da capital e a 4h de Madrid, como alternativa às grandes cidades. “Este programa ambicioso é ao mesmo tempo um grito para que o país olhe para o mundo rural com outros olhos”, diz Armindo Jacinto. Idanha-a-Nova é um dos municípios mais extensos do país mas tem vindo a perder habitantes: o Censos de 2011 identificou 9716 residentes, menos 2000 do que em 2001. O autarca socialista quer inverter a tendência de despovoamento e sublinha que a baixa densidade demográfica "não é uma desgraça, mas sim uma oportunidade".

O objectivo da autarquia é “criar condições” para que os “novos idanhenses” se fixem e, eventualmente, criem ou relocalizem os seus negócios. Segundo um estudo feito pela Bloom Consulting, consultora que está a acompanhar o programa, cerca de 60% da população de Lisboa gostaria de deixar a cidade, mais tarde ou mais cedo. "Idanha tem tudo o que os lisboetas procuram", garante Armindo Jacinto, destacando a riqueza natural da região inserida no Parque do Tejo Internacional.

Nos últimos meses, a câmara tem estado a preparar-se para receber os potenciais migrantes e ajudá-los a contornar os obstáculos que normalmente surgem neste tipo de processos. “Ajudamos os que aqui vivem, os que querem para cá vir e os que querem regressar”, afirma Armindo Jacinto, sublinhando que esta é uma estratégia “para os próximos dez anos”.

O programa “Recomeçar” assenta em quatro pilares, através dos quais estão a ser desenvolvidos 26 projectos. Um pilar é o Idanha Green Valley, através do qual estão a ser desenvolvidos projectos como a criação de um plano de apoio ao empreendedorismo. Ainda este ano deverá realizar-se um fórum mundial de projectos rurais, que atribuirá prémios a ideias que apostem na inovação em áreas como a agricultura biológica, que tem ganho importância na zona através da produção de mirtilos ou figos-da-índia.

Outro pilar é o Idanha Vive, no qual se concentram projectos focados na captação de talento e na formação em “ruralidade”. A câmara está a criar condições especiais para quem pretende viver no concelho, apoiando em áreas como a procura de habitação, a educação e a saúde. Para os “indecisos” criou o Idanha Experimenta, com projectos que incentivam acções de promoção de turismo e até a criação de um campo de férias rural, em que as pessoas são convidadas a experimentarem a vida no concelho de Idanha antes de uma mudança definitiva. Através do Idanha Made In pretende-se divulgar os produtos locais, nomeadamente através da criação de redes de comercialização internas e externas.

Nalguns casos a câmara poderá dar apoio financeiro, noutros logístico ou apenas funcionar como facilitadora no processo de mudança. “Também depende muito das verbas que conseguirmos angariar através do novo quadro comunitário de apoio”, explica. “Cada caso é acompanhado individualmente por um gestor dedicado, que vai responder a cada pessoa que nos contactar”, acrescenta.

Esta estratégia dá continuidade à campanha "Não emigres, migra" lançada pela câmara em 2012, com o objectivo de divulgar os apoios destinados sobretudo aos jovens empreendedores. Esta iniciativa deu origem a uma incubadora de empresas de base rural, na qual estão já fixados 50 negócios. Segundo o presidente da autarquia, nos próximos dois a três anos deverão ser criadas nesta incubadora 700 a 1000 postos de trabalho.

Casos de sucesso

Para provar que é possível “Recomeçar” em Idanha-a-Nova, a câmara levou até Lisboa quatro casos de sucesso. Um deles é o de Isménia Araújo, de 32 anos. Natural de Viana do Castelo, viveu 22 anos na capital e foi “apanhada” pelo encanto da região numa visita pela Rota das Aldeias Históricas, na qual se incluem Monsanto e Idanha-a-Velha. Mudou de vida: estabeleceu-se com a família em Idanha-a-Nova, criou um projecto de agricultura biológica “sem nunca ter plantado uma couve”, acabou os estudos e hoje coordena a rede de creches Idanha + Bebé, que está em expansão. “Temos bebés em lista de espera”, diz o autarca.

Marisa Soares

domingo, 15 de março de 2015

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Idanha-a-Nova candidata-se a Cidade da Música da UNESCO


Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, vai candidatar-se a Cidade da Música no âmbito da rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).



"A acontecer, esta classificação patrimonial por parte da UNESCO irá ao encontro da estratégia de desenvolvimento do concelho", refere o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova em comunicado enviado à agência Lusa.

Armindo Jacinto explica que a partir dos usos, costumes e tradições, "onde a música tem um lugar central, Idanha-a-Nova tem conseguido inovar e empreender para construir o futuro da região, sempre com o envolvimento das populações".

"Há aqui uma riqueza e faz todo o sentido, que, nesta fase, se prepare uma candidatura", refere.

A comissão consultiva da candidatura de Idanha-a-Nova à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, no âmbito da Música, esteve reunida recentemente para preparar o projecto que deve ser submetido em Março de 2015.

A riqueza patrimonial do concelho, onde a herança cultural associada à música assume rara expressão, fundamenta esta candidatura após um vasto trabalho de inventariação, preservação e divulgação da identidade musical e cultural de Idanha-a-Nova, das suas características etnográficas e etnológicas.

"Temos tido, ao longo dos últimos anos, a preocupação de trabalhar, porque havia o perigo de perdermos um conjunto de património que é transmitido, sobretudo, através da oralidade", conclui o autarca de Idanha-a-Nova.

O adufe, o maior representante da riqueza e da tradição musical de Idanha-a-Nova, inspirou o símbolo desta candidatura portuguesa a Cidade da Música da UNESCO.

Actualmente, existem 41 cidades pertencentes à Rede de Cidades Criativas, em todo o mundo, e apenas seis no tema da Música.

O objectivo é promover o desenvolvimento social, económico e cultural destas cidades e comunidades, tendo por base as indústrias criativas.

A comissão consultiva da candidatura de Idanha-a-Nova é composta por um conjunto de mais de 40 personalidades estrangeiras e nacionais, especialistas no âmbito da música e da cultura.


Entre músicos, compositores, maestros, professores e investigadores, incluem-se a directora da Escola de Música do Conservatório Nacional, Ana Mafalda Pernão, os ex-ministros da Educação Marçal Grilo e Guilherme de Oliveira Martins, o ex-ministro da Cultura Pedro Roseta, a presidente da Jeunesses Musicales International, Jessie Westenholz, e o ex-Presidente da República Jorge Sampaio.